Eu não lembro se já comentei em algum texto teu. Inclusive, tomei até um susto quando vi que ainda não estava inscrita na tua newsletter e corri para me inscrever, porque já tinha lido outros textos seus. Não sou mãe, nem tenho desejo de ter filhos, mas estudo sobre o autismo por conta da minha formação. E, para mim, você é uma das poucas pessoas que vejo falando sobre a maternidade atípica como ela é, sem rodeios, sem romantização (diferentemente do que vejo no Instagram, no TikTok e afins). Você escreve de uma forma crua, honesta, botando o dedo na ferida ao abordar determinados temas (como a questão do autismo enquanto espectro, sobre a qual já li em outros textos teus e concordo 100% contigo).
Muito obrigada por esse texto. Ou melhor, muito obrigada por compartilhar a tua vivência e por escrever sobre ela.
Eu não sou mãe, então não tenho a vivência do maternar, menos ainda de uma maternagem atípica. E cada texto é um soco - necessário e merecido - no meu estômago... Cada possível solução que minha mente afoita e arrogante elabora é devidamente rechaçada após mais um parágrafo de leitura.
E termino olhando pro nada sem saber exatamente o que fazer, mas com a certeza de que me esconder por trás da ignorância é uma covardia.
Seu relato me expandiu os horizontes mas atravessou meu coração com um punhal. Meu filho típico tem um amigo autista na classe, não verbal, a turminha é pequena e eles amam o Tutu. Cuidam, brincam, compreendem (até onde uma criança de 6 anos é capaz) as limitações. Na festa do meu filho, o Tutu que adora ele, veio. Fiquei surpresa, feliz e arrasada ao mesmo tempo, pois notei que a mãe se isolou das outras mães, numa mesa sozinha. As crianças se entenderam super bem, claro. Mas eu não conseguia entender o porque daquele comportamento dela e não sabia se respeitava o espaço que ela delimitou ou insistia pra se juntar as outras. Agora, depois do seu relatou eu entendi. Tudo fez sentido. Entendi a solidão de vcs, mesmo em companhia. Sinto muito. E muito obrigada por iluminar mais um pouco essa pauta. Espero que vc encontre o seu espaço dentro desse maternar. ❤️
Se a criança engaja minimamente nas brincadeiras com as demais, até dá para trocar duas frases. Não é o caso do meu. Ele passa entre as outras, mas sempre fazendo as coisas dele. É difícil até de explicar. Isso sem falar da dor que é ouvir as mães falando das questões dos seus filhos típicos. Outro papo.
Eu não lembro se já comentei em algum texto teu. Inclusive, tomei até um susto quando vi que ainda não estava inscrita na tua newsletter e corri para me inscrever, porque já tinha lido outros textos seus. Não sou mãe, nem tenho desejo de ter filhos, mas estudo sobre o autismo por conta da minha formação. E, para mim, você é uma das poucas pessoas que vejo falando sobre a maternidade atípica como ela é, sem rodeios, sem romantização (diferentemente do que vejo no Instagram, no TikTok e afins). Você escreve de uma forma crua, honesta, botando o dedo na ferida ao abordar determinados temas (como a questão do autismo enquanto espectro, sobre a qual já li em outros textos teus e concordo 100% contigo).
Muito obrigada por esse texto. Ou melhor, muito obrigada por compartilhar a tua vivência e por escrever sobre ela.
Eu que agradeço a companhia
Eu não sou mãe, então não tenho a vivência do maternar, menos ainda de uma maternagem atípica. E cada texto é um soco - necessário e merecido - no meu estômago... Cada possível solução que minha mente afoita e arrogante elabora é devidamente rechaçada após mais um parágrafo de leitura.
E termino olhando pro nada sem saber exatamente o que fazer, mas com a certeza de que me esconder por trás da ignorância é uma covardia.
Sinta-se abraçada <3
Seu relato me expandiu os horizontes mas atravessou meu coração com um punhal. Meu filho típico tem um amigo autista na classe, não verbal, a turminha é pequena e eles amam o Tutu. Cuidam, brincam, compreendem (até onde uma criança de 6 anos é capaz) as limitações. Na festa do meu filho, o Tutu que adora ele, veio. Fiquei surpresa, feliz e arrasada ao mesmo tempo, pois notei que a mãe se isolou das outras mães, numa mesa sozinha. As crianças se entenderam super bem, claro. Mas eu não conseguia entender o porque daquele comportamento dela e não sabia se respeitava o espaço que ela delimitou ou insistia pra se juntar as outras. Agora, depois do seu relatou eu entendi. Tudo fez sentido. Entendi a solidão de vcs, mesmo em companhia. Sinto muito. E muito obrigada por iluminar mais um pouco essa pauta. Espero que vc encontre o seu espaço dentro desse maternar. ❤️
Se a criança engaja minimamente nas brincadeiras com as demais, até dá para trocar duas frases. Não é o caso do meu. Ele passa entre as outras, mas sempre fazendo as coisas dele. É difícil até de explicar. Isso sem falar da dor que é ouvir as mães falando das questões dos seus filhos típicos. Outro papo.
Obrigado pelos seus textos.
Obrigada por ler E dar um Oi nos comentários
💚